07/15/2026 | Press release | Distributed by Public on 07/15/2026 09:43
O Negócios pergunta. Governo deve interferir no negócio entre a Galp e Moeve por causa da refinaria
15/07/2026 15:27
O Negócios quer saber a opinião dos seus leitores sobre os assuntos mais relevantes da atualidade. Para isso, coloca todas as semanas questões aos subscritores do canal de WhatsApp. O ministro de Estado e das Finanças assegurou esta quarta-feira que o Governo "tudo fará" para proteger o interesse estratégico da refinaria de Sines, no âmbito do negócio anunciado entre a Galp e a Moeve para a fusão das operações de "downstream", que inclui as áreas da refinação e da distribuição de combustíveis."Sobre a fusão da Galp e da Moeve, nós estamos a acompanhar o processo e tudo faremos, dentro da legalidade e da atuação do Estado, para proteger o interesse estratégico da refinaria de Sines", afirmou Joaquim Miranda Sarmento na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública.As declarações de Miranda Sarmento surgem depois de Castro Almeida, ministro da Economia e da Coesão Territorial, ter afirmado, num almoço organizado pela EY, que "tem havido conversas" entre o Governo, a Galp e a Moeve, relativamente à operação anunciada por ambas as empresas.Logo no momento em que as duas companhias anunciaram o objetivo de avançarem com a fusão das operações de "downstream", Castro Almeida veio alertar para a necessidade de salvaguarda da soberania energética, revelando uma posição mais cautelosa do que a que foi manifestada, à data, por Maria da Graça Carvalho.Se já segue o nosso canal, participe neste inquérito que começou esta quarta-feira. Os resultados serão revelados na próxima terça-feira, 21 de julho. Se ainda não subscreveu, pode fazê-lo e participar aqui. O Negócios quer saber a opinião dos seus leitores sobre os assuntos mais relevantes da atualidade. Para isso, coloca todas as semanas questões aos subscritores do canal de WhatsApp. O ministro de Estado e das Finanças assegurou esta quarta-feira que o Governo "tudo fará" para proteger o interesse estratégico da refinaria de Sines, no âmbito do negócio anunciado entre a Galp e a Moeve para a fusão das operações de "downstream", que inclui as áreas da refinação e da distribuição de combustíveis."Sobre a fusão da Galp e da Moeve, nós estamos a acompanhar o processo e tudo faremos, dentro da legalidade e da atuação do Estado, para proteger o interesse estratégico da refinaria de Sines", afirmou Joaquim Miranda Sarmento na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública.As declarações de Miranda Sarmento surgem depois de Castro Almeida, ministro da Economia e da Coesão Territorial, ter afirmado, num almoço organizado pela EY, que "tem havido conversas" entre o Governo, a Galp e a Moeve, relativamente à operação anunciada por ambas as empresas.Logo no momento em que as duas companhias anunciaram o objetivo de avançarem com a fusão das operações de "downstream", Castro Almeida veio alertar para a necessidade de salvaguarda da soberania energética, revelando uma posição mais cautelosa do que a que foi manifestada, à data, por Maria da Graça Carvalho.Se já segue o nosso canal, participe neste inquérito que começou esta quarta-feira. Os resultados serão revelados na próxima terça-feira, 21 de julho. Se ainda não subscreveu, pode fazê-lo e participar aqui.