08/21/2026 | Press release | Distributed by Public on 08/21/2026 04:24
China avisa que "sanções unilaterais" dos EUA a Teerão são ilegais
21/08/2026 10:23
"As sanções e as pressões não vão permitir resolver o problema. A China apela a todas as partes envolvidas para que tomem medidas responsáveis e resolvam o problema por via política e diplomática", afirmou Lin Jian, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, durante uma conferência de imprensa regular.O mesmo responsável sublinhou que "a China opõe-se às sanções unilaterais ilegais que não têm qualquer fundamento no direito internacional e não contam com a autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas".A posição de Pequim surge depois de, na quarta-feira, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado uma nova ofensiva económica contra o Irão, classificando-a como a "operação económica mais devastadora alguma vez empreendida contra qualquer país".Na sua rede Truth Social, Trump avisou que qualquer país que permita às suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou entidades governamentais proporcionar "qualquer tipo de tábua de salvação" ao Irão enfrentará, por sua vez, consequências económicas.A advertência foi reforçada na quinta-feira pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, que avisou que os aliados que não apoiem a ofensiva económica contra o Irão estarão contra Washington. Bessent apelou também à China para que "se alinhe" caso deseje "ver o estreito [de Ormuz] reaberto e os preços da energia a baixarem". "As sanções e as pressões não vão permitir resolver o problema. A China apela a todas as partes envolvidas para que tomem medidas responsáveis e resolvam o problema por via política e diplomática", afirmou Lin Jian, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, durante uma conferência de imprensa regular.O mesmo responsável sublinhou que "a China opõe-se às sanções unilaterais ilegais que não têm qualquer fundamento no direito internacional e não contam com a autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas".A posição de Pequim surge depois de, na quarta-feira, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado uma nova ofensiva económica contra o Irão, classificando-a como a "operação económica mais devastadora alguma vez empreendida contra qualquer país".Na sua rede Truth Social, Trump avisou que qualquer país que permita às suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou entidades governamentais proporcionar "qualquer tipo de tábua de salvação" ao Irão enfrentará, por sua vez, consequências económicas.A advertência foi reforçada na quinta-feira pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, que avisou que os aliados que não apoiem a ofensiva económica contra o Irão estarão contra Washington. Bessent apelou também à China para que "se alinhe" caso deseje "ver o estreito [de Ormuz] reaberto e os preços da energia a baixarem".