09/28/2026 | Press release | Distributed by Public on 09/28/2026 13:36
A diretora Mariana Lisbôa e a coordenadora Denise Peixoto representaram a empresa em agenda que antecede a COP-31
A Samarco participou, na última semana, da Climate Week NYC 2026, em Nova York, um dos principais encontros globais sobre clima e sustentabilidade. A empresa foi representada pela diretora de Sustentabilidade, Relações Governamentais e Comunicação, Mariana Lisbôa, e pela coordenadora de Sustentabilidade, Denise Peixoto. As executivas participaram de eventos voltados ao diálogo entre líderes empresariais, governos e organizações sobre os desafios e as oportunidades da transição energética.
A programação aconteceu de 20 a 27 de setembro e abordou temas centrais para uma economia de baixo carbono, como minerais críticos, segurança energética, circularidade, competitividade industrial e inovação tecnológica.
Para Mariana Lisbôa, a agenda climática entra em uma nova fase. "O debate agora é menos sobre declarar ambição e mais sobre provar capacidade de execução. A transição coloca a mineração no centro da solução, e isso eleva a responsabilidade sobre como mineramos. Para o Brasil, é a oportunidade de transformar a vantagem mineral em desenvolvimento, com mais tecnologia, valor agregado e resiliência, e de contribuir para uma transição justa, com atenção às comunidades, aos territórios e às pessoas", destaca.
A participação no evento reforça a atuação da Samarco em iniciativas voltadas à inovação, à eficiência operacional e à redução de impactos. As pelotas de minério de ferro produzidas pela empresa apresentam potencial de redução superior a 45% nas emissões de CO₂ na siderurgia, um diferencial ambiental.
A Samarco também busca reduzir as emissões associadas à sua própria produção. A companhia utiliza energia elétrica 100% renovável e, mais recentemente, firmou parceria para autoprodução de energia eólica, com fornecimento previsto de 45 MW médios de energia renovável. Também vem ampliando gradualmente o uso de alternativas aos combustíveis fósseis tradicionais nos fornos, com o uso de bio-óleo e finos de carvão vegetal.
A incorporação de insumos renováveis, como coprodutos de mármore e moinha de carvão vegetal (subproduto da indústria de celulose) no processo de pelotização, substituindo parcialmente combustíveis fósseis, reforça a circularidade e amplia a contribuição das pelotas para uma indústria menos intensiva em carbono. Por essa solução, em 2026 a empresa recebeu do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) a Patente Verde, destinada exclusivamente a tecnologias que contribuem de forma mensurável para a sustentabilidade. A Samarco também mantém estudos de longo prazo sobre o uso do hidrogênio verde como fonte de energia para suas operações.
"Participar desse encontro foi uma oportunidade de contribuirmos para as discussões que estão construindo o futuro da mineração e da transição para uma economia de baixo carbono. A mineração é essencial para viabilizar a transição energética e precisa avançar continuamente em inovação, eficiência e sustentabilidade, transformando compromissos em ações concretas e em resultados que gerem valor para a sociedade. Nenhuma organização, setor ou país será capaz de enfrentar sozinho desafios dessa magnitude", afirma Mariana Lisbôa.
Crédito: Samarco Divulgação
Crédito: Samarco Divulgação