09/02/2026 | Press release | Distributed by Public on 09/02/2026 06:13
O Primeiro-Ministro recordou hoje Francisco Pinto Balsemão na inauguração de uma avenida com o seu nome, em Cascais. destacando a importância do rigor, do espírito livre e da verdade na informação.
Luís Montenegro salientou que Francisco Pinto Balsemão colocava o interesse nacional e global acima da sua relação pessoal com as questões, destacando a sua forma de encarar a comunicação social e a responsabilidade de informar.
"Ele sabia que o valor que estava acima da sua relação direta com as coisas era um valor maior. Era um valor nacional, era um valor global", afirmou.
Responsabilidade de informar
Num contexto marcado pela desinformação, pela manipulação e pela deturpação, Luís Montenegro sublinhou a responsabilidade de escolher o que se transmite e a forma como se transmite.
"É grande escolher aquilo que se transmite, como se transmite, quando se transmite - com o equilíbrio entre todas as coisas que acontecem, com a seleção daquilo que é relevante fazer chegar à a totalidade da nossa população. Isso é, isso é de uma grande responsabilidade num mundo marcado pela desinformação, pela manipulação, pela deturpação, pela insinuação", disse ainda.
"O rigor, o espírito livre, o princípio da verdade são coisas determinantes para termos um futuro mais risonho", afirmou Luís Montenegro.
Contributo para o país
Luís Montenegro recordou o papel de Francisco Pinto Balsemão na defesa da democracia, ainda antes do 25 de Abril, e na criação do Partido Social Democrata, bem como o seu contributo para a comunicação social e para o pluralismo.
O Primeiro-Ministro destacou ainda a sua capacidade de antecipar mudanças e o contributo para projetos de desenvolvimento do país, como a navegabilidade do Douro.
Um legado de otimismo
Luís Montenegro associou esta visão ao percurso de Francisco Pinto Balsemão, que considerou ter sido sempre um otimista e alguém que acreditava na capacidade de Portugal para superar as dificuldades.
"O seu exemplo motiva-nos, incentiva-nos e estimula-nos a superar as adversidades e a reconquistar a confiança", afirmou.
"Nós precisamos de pensar mais longe, de fazer mais rápido, mais depressa, antes dos outros, aquilo que ainda não foi feito", afirmou Luís Montenegro, defendendo a importância de Portugal continuar a antecipar desafios e a concretizar novas soluções.