06/19/2026 | Press release | Distributed by Public on 06/19/2026 09:30
A fachada do Congresso Nacional será iluminada de azul neste sábado (20/6) em homenagem ao Dia Mundial do Refugiado, celebrado em 20 de junho. A data foi criada no ano 2000 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para chamar a atenção para as pessoas que, no mundo inteiro, são obrigadas a fugir de seus países em razão de conflitos, perseguições ou violações de direitos humanos. A iniciativa visa conscientizar sobre a situação dos refugiados nos países que os acolhem, promovendo a proteção internacional e a inclusão social.
Os deslocamentos forçados também são alvo de preocupação na data. Segundo dados da Agência da ONU para Refugiados (Acnur), mais de 120 milhões de pessoas já foram deslocadas à força em todo o mundo, incluindo 43,5 milhões de refugiados, devido a conflitos, crises climáticas e perseguições. O relatório do órgão publicado em 2025 indica que naquele ano o número de deslocados reduziu-se para 117,8 milhões de pessoas e o de refugiados caiu para 41,6 milhões. Mas ambos os números ainda são considerados muito altos.
No entanto, o documento registra um aumento dos deslocamentos forçados nas Américas - 22,8 milhões de pessoas -, o que transformou o continente na principal região do mundo onde ocorre este fenômeno. Ao mesmo tempo, as Américas se destacam por sua liderança na promoção de solidariedade e de soluções para o problema - em especial a Colômbia, país responsável pela acolhida de 2,8 milhões de refugiados.
O Brasil tem se destacado neste cenário por manter políticas de acolhimento e inclusão que permitem às pessoas deslocadas de forma forçada reconstruírem suas vidas com dignidade. A legislação brasileira, considerada de vanguarda na área, concede documentação e acesso aos serviços públicos brasileiros e garante o direito à saúde, à educação e ao trabalho.