10/01/2026 | Press release | Distributed by Public on 10/01/2026 17:25
Trump ameaça atacar Irão se regime estiver envolvido em ataque da Flydubai
01/10/2026 23:06
O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou esta quinta-feira atacar o Irão "com força" caso se confirme que é responsável pelo incidente no voo da Flydubai, que Israel classificou como um atentado terrorista."Serão atingidos com força, não se preocupem", adiantou o republicano aos jornalistas na Casa Branca, quando questionado se ponderava ordenar um ataque caso se confirmasse a autoria iraniana.Quando questionado especificamente sobre um possível envolvimento do Irão, o líder republicano considerou essa hipótese provável: "Diria que a resposta, com base no que estou a ouvir, é sim, mas estamos a trabalhar nisso neste momento".O incidente aconteceu na quarta-feira, quando, alegadamente, os dois pilotos do voo que fazia a rota entre o Dubai (Emirados Árabes Unidos) e Telavive (Israel) se confrontaram na cabine, o que provocou uma queda do avião de cinco mil metros em menos de 30 segundos, gerou pânico a bordo e levou a alertas de emergência e um código associado a uma possível tentativa de sequestro.Segundo relatos divulgados pela imprensa internacional, a tripulação e passageiros habilitados terão conseguido intervir na cabine de comando e assumir o controlo do voo, aterrando de emergência no aeroporto de Tabuk, na Arábia Saudita, onde foram hospitalizados vários tripulantes.O copiloto acusado de esfaquear o piloto num voo da Flydubai com destino a Telavive foi transferido da Arábia Saudita, onde a aeronave tinha feito uma aterragem de emergência, para os Emirados Árabes Unidos, anunciaram hoje as autoridades sauditas."As investigações iniciais (...) mostraram que o copiloto atacou o piloto", apontou o Ministério do Interior da Arábia Saudita, manifestando-se pela primeira vez sobre o caso.Embora o Ministério da Defesa de Israel já tenha classificado o sucedido como um ato "terrorista jihadista", a Flydubai pede que se "evitem especulações prematuras" até que as causas do incidente sejam esclarecidas.Entretanto, as Forças Armadas dos Estados Unidos enviaram cerca de 9.000 soldados a bordo de um grupo de navios para o Médio Oriente, adiantou esta quinta-feira um responsável norte-americano.O grupo de navios que se dirige agora para o Médio Oriente transporta, ao todo, mais de 7.000 marinheiros e 2.000 fuzileiros.O grupo inclui o grupo de ataque do porta-aviões USS Theodore Roosevelt, que foi recentemente mobilizado juntamente com o cruzador USS Chosin, e o grupo de prontidão anfíbia do USS Makin Island, que conta com os navios de desembarque anfíbio USS John P. Murtha e USS Anchorage.Isto pode significar a presença de três porta-aviões na região já no final de outubro, segundo uma autoridade norte-americana que falou à AP sob anonimato.Considerando o efetivo já presente no Médio Oriente, esta movimentação elevaria a presença naval dos EUA a um patamar invulgarmente elevado, com mais de 20.000 marinheiros e fuzileiros navais, bem como centenas de aeronaves. O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou esta quinta-feira atacar o Irão "com força" caso se confirme que é responsável pelo incidente no voo da Flydubai, que Israel classificou como um atentado terrorista."Serão atingidos com força, não se preocupem", adiantou o republicano aos jornalistas na Casa Branca, quando questionado se ponderava ordenar um ataque caso se confirmasse a autoria iraniana.Quando questionado especificamente sobre um possível envolvimento do Irão, o líder republicano considerou essa hipótese provável: "Diria que a resposta, com base no que estou a ouvir, é sim, mas estamos a trabalhar nisso neste momento".O incidente aconteceu na quarta-feira, quando, alegadamente, os dois pilotos do voo que fazia a rota entre o Dubai (Emirados Árabes Unidos) e Telavive (Israel) se confrontaram na cabine, o que provocou uma queda do avião de cinco mil metros em menos de 30 segundos, gerou pânico a bordo e levou a alertas de emergência e um código associado a uma possível tentativa de sequestro.Segundo relatos divulgados pela imprensa internacional, a tripulação e passageiros habilitados terão conseguido intervir na cabine de comando e assumir o controlo do voo, aterrando de emergência no aeroporto de Tabuk, na Arábia Saudita, onde foram hospitalizados vários tripulantes.O copiloto acusado de esfaquear o piloto num voo da Flydubai com destino a Telavive foi transferido da Arábia Saudita, onde a aeronave tinha feito uma aterragem de emergência, para os Emirados Árabes Unidos, anunciaram hoje as autoridades sauditas."As investigações iniciais (...) mostraram que o copiloto atacou o piloto", apontou o Ministério do Interior da Arábia Saudita, manifestando-se pela primeira vez sobre o caso.Embora o Ministério da Defesa de Israel já tenha classificado o sucedido como um ato "terrorista jihadista", a Flydubai pede que se "evitem especulações prematuras" até que as causas do incidente sejam esclarecidas.Entretanto, as Forças Armadas dos Estados Unidos enviaram cerca de 9.000 soldados a bordo de um grupo de navios para o Médio Oriente, adiantou esta quinta-feira um responsável norte-americano.O grupo de navios que se dirige agora para o Médio Oriente transporta, ao todo, mais de 7.000 marinheiros e 2.000 fuzileiros.O grupo inclui o grupo de ataque do porta-aviões USS Theodore Roosevelt, que foi recentemente mobilizado juntamente com o cruzador USS Chosin, e o grupo de prontidão anfíbia do USS Makin Island, que conta com os navios de desembarque anfíbio USS John P. Murtha e USS Anchorage.Isto pode significar a presença de três porta-aviões na região já no final de outubro, segundo uma autoridade norte-americana que falou à AP sob anonimato.Considerando o efetivo já presente no Médio Oriente, esta movimentação elevaria a presença naval dos EUA a um patamar invulgarmente elevado, com mais de 20.000 marinheiros e fuzileiros navais, bem como centenas de aeronaves.