ANACOM - Portuguese Communications Authority

03/31/2025 | News release | Distributed by Public on 03/31/2025 10:16

Cerca de 42% dos utilizadores de Internet tinham equipamentos IoT para uso pessoal

A utilização da Internet das Coisas ("Internet of Things" - IoT) tem vindo a aumentar nos últimos anos. Em 2024, 41,6% dos utilizadores individuais de Internet dispunham de algum equipamento de uso pessoal com acesso à Internet, mais 3,2 pontos percentuais (p.p.) do que em 2022, e 27,1% dispunham de algum equipamento doméstico com ligação à Internet, mais 4,7 p.p. do que em 2022.

Noutra perspetiva, em 2024, 36,9% do total da população dispunham de algum equipamento de uso pessoal com acesso à Internet e 24% dispunham de algum equipamento doméstico com ligação à Internet. Portugal ficou acima da média da União Europeia (UE27) na utilização de equipamentos IoT para uso pessoal e abaixo da média da UE27 na utilização de equipamentos IoT para uso doméstico.

Entre os equipamentos de uso pessoal analisados, destacaram-se os relógios inteligentes, pulseiras de fitness, óculos ou auscultadores, equipamentos de localização por GPS, roupas, sapatos ou acessórios (34,8% dos utilizadores de Internet, +11 p.p. que em 2020), os automóveis equipados pelo fabricante com conexão à Internet sem fios (12,7%), e os equipamentos conectados com a Internet para cuidados médicos e de saúde (9,9%).

Entre os equipamentos domésticos analisados, destacam-se os eletrodomésticos como os mais utilizados (12,8% dos utilizadores de Internet). Seguiram-se os assistentes virtuais (10,8%), os equipamentos que permitem gerir a energia da casa (10,6%), e as soluções de segurança (9,6%).

Os equipamentos domésticos e de uso pessoal com ligação à Internet foram relativamente mais utilizados pelos indivíduos com maiores níveis de escolaridade e com menos de 45 anos.

Entre os utilizadores de equipamentos conectados à Internet, 19,7% referiu ter identificado algum problema na sua utilização, destacando-se as «dificuldades na utilização do equipamento» (12,2%) e os «problemas de segurança informática ou privacidade» (7,9%).

A não utilização de equipamentos ou sistemas conectados à Internet resultou sobretudo da «ausência de necessidade de utilização» (69,1%), de «custos elevados» (38,9%) e de «preocupações com a segurança informática» (29,4%).

Consulte o relatório estatístico:

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