09/30/2026 | Press release | Distributed by Public on 09/30/2026 13:55
BdP mantém reserva de fundos dos bancos em 0,75% a partir de 1 de outubro
30/09/2026 19:45
O Banco de Portugal (BdP) vai manter a reserva de fundos próprios que os bancos têm de manter para assegurar a disponibilidade de capital em 0,75%, a partir de 01 de outubro, adiantou a instituição, em comunicado."A percentagem de reserva contracíclica de fundos próprios a vigorar a partir de 01 de outubro de 2026 manter-se-á em 0,75% do montante total das posições em risco", lê-se na mesma nota.A decisão foi tomada por deliberação do Conselho de Administração do Banco de Portugal, tendo sido consultado o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, recordou.O BdP elevou a percentagem de 0% para 0,75% em janeiro deste ano.A reserva contracíclica de fundos próprios corresponde a uma reserva adicional que os bancos têm de manter, formada por fundos próprios principais de nível 1 (o chamado 'Common Equity Tier 1'), com o objetivo de garantir que as instituições financeiras têm disponibilidade de capital.Segundo um documento que fundamenta a decisão, "num enquadramento marcado por elevada incerteza, o Banco de Portugal decidiu manter a taxa de reserva contracíclica de fundos próprios em 0,75%, não obstante a continuada valorização dos preços do imobiliário residencial e o dinamismo do crédito à habitação".Contudo, a instituição considera "não existirem sinais de acumulação excessiva de risco sistémico cíclico", apontando que, enquanto autoridade macroprudencial nacional, continuará "a monitorizar a evolução do risco sistémico cíclico e o contexto macroeconómico e, caso se justifique, poderá adotar ou ajustar as medidas macroprudenciais com o propósito de reforçar a resiliência do sistema bancário português, assegurando que as instituições dispõem de reservas libertáveis para fazer face a uma potencial materialização de riscos".O BdP lembrou que "a percentagem de reserva contracíclica de fundos próprios, revista trimestralmente, aplica-se a todas as instituições de crédito, sediadas em Portugal, com posições em risco de crédito sobre o setor privado não financeiro nacional".A próxima decisão está prevista para 31 de dezembro. O Banco de Portugal (BdP) vai manter a reserva de fundos próprios que os bancos têm de manter para assegurar a disponibilidade de capital em 0,75%, a partir de 01 de outubro, adiantou a instituição, em comunicado."A percentagem de reserva contracíclica de fundos próprios a vigorar a partir de 01 de outubro de 2026 manter-se-á em 0,75% do montante total das posições em risco", lê-se na mesma nota.A decisão foi tomada por deliberação do Conselho de Administração do Banco de Portugal, tendo sido consultado o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, recordou.O BdP elevou a percentagem de 0% para 0,75% em janeiro deste ano.A reserva contracíclica de fundos próprios corresponde a uma reserva adicional que os bancos têm de manter, formada por fundos próprios principais de nível 1 (o chamado 'Common Equity Tier 1'), com o objetivo de garantir que as instituições financeiras têm disponibilidade de capital.Segundo um documento que fundamenta a decisão, "num enquadramento marcado por elevada incerteza, o Banco de Portugal decidiu manter a taxa de reserva contracíclica de fundos próprios em 0,75%, não obstante a continuada valorização dos preços do imobiliário residencial e o dinamismo do crédito à habitação".Contudo, a instituição considera "não existirem sinais de acumulação excessiva de risco sistémico cíclico", apontando que, enquanto autoridade macroprudencial nacional, continuará "a monitorizar a evolução do risco sistémico cíclico e o contexto macroeconómico e, caso se justifique, poderá adotar ou ajustar as medidas macroprudenciais com o propósito de reforçar a resiliência do sistema bancário português, assegurando que as instituições dispõem de reservas libertáveis para fazer face a uma potencial materialização de riscos".O BdP lembrou que "a percentagem de reserva contracíclica de fundos próprios, revista trimestralmente, aplica-se a todas as instituições de crédito, sediadas em Portugal, com posições em risco de crédito sobre o setor privado não financeiro nacional".A próxima decisão está prevista para 31 de dezembro.