03/12/2026 | Press release | Distributed by Public on 03/12/2026 08:09
Em Nova Iorque, onde participou de evento sobre violência digital contra as mulheres, a primeira-dama, Janja Lula da Silva, destacou a preocupação com a disseminação do discurso de ódio contra mulheres nas redes, afirmou que internet não deve ser terra sem lei e os criminosos digitais devem ser responsabilizados e punidos. Janja também fez um apelo ao Legislativo pela aprovação da regulamentação das plataformas digitais.
"A internet não deve ser terra sem lei. Criminosos digitais devem ser responsabilizados e punidos", registrou a primeira-dama que participou, nesta quarta-feira (11/3), do evento 'Regulação, proteção e justiça: respostas à violência digital de gênero contra mulheres', promovido pelo Ministério das Mulheres do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU). O debate ocorreu paralelamente à 70ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher, da ONU. Ela publicou nas redes sociais um vídeo sobre o tema e um relato escrito sobre sua participação no evento.
Janja pediu a deputados e senadores que aprovem a regulamentação das plataformas digitais afirmando que é urgente aprimorar a legislação sobre violência digital de gênero e criar mecanismos de regulamentação e responsabilização das big techs.
"Queremos plataformas digitais que disseminem a paz e a regulamentação delas é urgente e necessária", disse.
A primeira-dama também falou sobre a gravidade do crescimento desenfreado do discurso Red Pill nas plataformas digitais, que é associado à misoginia e até mesmo promoção de violência e ódio contra as mulheres. "Temos visto diversos vídeos na internet em que a violência e o ódio contras as mulheres é disseminado. O movimento Red Pill cresce. Esses vídeos fomentam um ódio que sai das telas e passa pra vida real".
Janja foi designada para integrar a comitiva brasileira na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher, evento da ONU.
Confira o relato da primeira-dama sobre sua participação no debate "Regulação, proteção e justiça: respostas à violência digital de gênero contra mulheres"