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09/01/2026 | Press release | Distributed by Public on 09/01/2026 07:22

'Nada disto me vai intimidar ou vai deixar de me fazer governar', afirma Luís Neves

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"Nada disto me vai intimidar ou vai deixar de me fazer governar", afirma Luís Neves
01/09/2026 13:14

O ministro da Administração Interna quebrou esta terça-feira o silêncio para responder às polémicas que têm marcado a sua tutela, deixando um aviso direto: "Nada disto me vai intimidar ou vai deixar de me fazer governar", referiu. "Sem provas não há acusação, há difamação", referiu Luís Neves. "Transforma-se práticas comuns, legais, em crimes", acusou o ministro. As declarações de Luís Neves surgem depois de ter sido questionado pelos jornalistas, na segunda-feira, sobre a ameaça da moção de censura ao executivo do primeiro-ministro, Luís Montenegro, por parte do Chega. "Se nós não tivermos a resolução desta situação, nós juntar-nos-emos ao apelo que o Presidente da República fez e apresentaremos uma moção de censura na terça-feira no parlamento", referiu André Ventura. O ministro defendeu que tem autoridade para continuar a governar e acusou o presidente do Chega, André Ventura, de lançar "o caos, porque dá jeito". "Não aceito que André Ventura transforme aquilo que assumi naquilo que nunca fiz", acrescentou.No esclarecimento que fez ao País, em julho, o ministro da Administração Interna quebrou o silêncio em relação às polémicas em torno das obras num monte alentejano feitas por um empreiteiro que trabalhava para a Polícia Judiciária e a movimentação de um atrelado apreendido num processo de tráfico de droga, feita pelo mesmo empresário.Depois das polémicas relacionadas com a propriedade em Odemira, nos últimos dias vieram a público notícias que referem que Luís Neves dispõe, no ministério, de várias viaturas oficiais topo de gama, de dois motoristas e de quatro elementos de segurança. O governante conduz e leva para casa um carro desportivo apreendido pela Polícia Judiciária, que será o mesmo carro que já usava enquanto diretor-nacional da PJ. "Enquanto diretor da PJ devo ter declarado de mais de 800 viaturas e outros bens. parece que alguém agora esta do lado de quem cometeu crimes", referiu Luís Neves sobre o tema do carro apreendido pela Polícia Judiciária.De acordo com a Constituição da República, o Parlamento pode votar moções de censura ao Governo "sobre a execução do seu programa ou assunto relevante de interesse nacional", por iniciativa de um quarto dos deputados em efetividade de funções ou de qualquer grupo parlamentar. O ministro da Administração Interna quebrou esta terça-feira o silêncio para responder às polémicas que têm marcado a sua tutela, deixando um aviso direto: "Nada disto me vai intimidar ou vai deixar de me fazer governar", referiu. "Sem provas não há acusação, há difamação", referiu Luís Neves. "Transforma-se práticas comuns, legais, em crimes", acusou o ministro. As declarações de Luís Neves surgem depois de ter sido questionado pelos jornalistas, na segunda-feira, sobre a ameaça da moção de censura ao executivo do primeiro-ministro, Luís Montenegro, por parte do Chega. "Se nós não tivermos a resolução desta situação, nós juntar-nos-emos ao apelo que o Presidente da República fez e apresentaremos uma moção de censura na terça-feira no parlamento", referiu André Ventura. O ministro defendeu que tem autoridade para continuar a governar e acusou o presidente do Chega, André Ventura, de lançar "o caos, porque dá jeito". "Não aceito que André Ventura transforme aquilo que assumi naquilo que nunca fiz", acrescentou.No esclarecimento que fez ao País, em julho, o ministro da Administração Interna quebrou o silêncio em relação às polémicas em torno das obras num monte alentejano feitas por um empreiteiro que trabalhava para a Polícia Judiciária e a movimentação de um atrelado apreendido num processo de tráfico de droga, feita pelo mesmo empresário.Depois das polémicas relacionadas com a propriedade em Odemira, nos últimos dias vieram a público notícias que referem que Luís Neves dispõe, no ministério, de várias viaturas oficiais topo de gama, de dois motoristas e de quatro elementos de segurança. O governante conduz e leva para casa um carro desportivo apreendido pela Polícia Judiciária, que será o mesmo carro que já usava enquanto diretor-nacional da PJ. "Enquanto diretor da PJ devo ter declarado de mais de 800 viaturas e outros bens. parece que alguém agora esta do lado de quem cometeu crimes", referiu Luís Neves sobre o tema do carro apreendido pela Polícia Judiciária.De acordo com a Constituição da República, o Parlamento pode votar moções de censura ao Governo "sobre a execução do seu programa ou assunto relevante de interesse nacional", por iniciativa de um quarto dos deputados em efetividade de funções ou de qualquer grupo parlamentar.

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