09/07/2026 | Press release | Distributed by Public on 09/07/2026 08:09
Refinarias da gigante Saudi Aramco junto ao Iémen voltam a ser atacadas
07/09/2026 13:59
As refinarias da Saudi Aramco no complexo de Jizan, perto da fronteira com o Iémen, voltaram a ser atacadas nesta segunda-feira. Os estragos ainda estão a ser avaliados pela empresa saudita, que tem visto este complexo ser alvo de vários ataques nos últimos meses.A informação é avançada pelo jornal Financial Times. Em agosto, um outro ataque às mesmas refinarias levou a uma paragem na produção.O jornal nota que a zona industrial de Jizan foi, no passado recente, visada em ataques reivindicados pelos Houthis, o grupo rebelde do Iémen que tem ligações ao regime iraniano. Até ao momento, o grupo não reivindicou ainda o mais recente ataque.Jizan é responsável pela transformação de 400 mil barris de petróleo por dia, sendo um dos maiores complexos de transformação petrolífera da Arábia Saudita. Este ponto ganhou maior importância com o conflito no Irão e que, por via de ataques retaliatórios, paralisou outras refinarias da gigante saudita.Os Houthis passaram a ser um elemento importante do conflito no Médio Oriente em julho, quando ameaçaram pela primeira vez atacar as embarcações sauditas que navegam no mar Vermelho. Este passou a ser um importante ponto de escoamento de petróleo para os mercados internacionais com a paralisação parcial que ainda se faz sentir em Ormuz.Na última semana, os preços do petróleo voltaram a registar uma forte subida com o retomar de alguns ataques entre os EUA e o Irão. Ao início da tarde desta segunda-feira, o Brent negoceia com uma valorização de 1,17% para os 97,41 dólares por barril. As refinarias da Saudi Aramco no complexo de Jizan, perto da fronteira com o Iémen, voltaram a ser atacadas nesta segunda-feira. Os estragos ainda estão a ser avaliados pela empresa saudita, que tem visto este complexo ser alvo de vários ataques nos últimos meses.A informação é avançada pelo jornal Financial Times. Em agosto, um outro ataque às mesmas refinarias levou a uma paragem na produção.O jornal nota que a zona industrial de Jizan foi, no passado recente, visada em ataques reivindicados pelos Houthis, o grupo rebelde do Iémen que tem ligações ao regime iraniano. Até ao momento, o grupo não reivindicou ainda o mais recente ataque.Jizan é responsável pela transformação de 400 mil barris de petróleo por dia, sendo um dos maiores complexos de transformação petrolífera da Arábia Saudita. Este ponto ganhou maior importância com o conflito no Irão e que, por via de ataques retaliatórios, paralisou outras refinarias da gigante saudita.Os Houthis passaram a ser um elemento importante do conflito no Médio Oriente em julho, quando ameaçaram pela primeira vez atacar as embarcações sauditas que navegam no mar Vermelho. Este passou a ser um importante ponto de escoamento de petróleo para os mercados internacionais com a paralisação parcial que ainda se faz sentir em Ormuz.Na última semana, os preços do petróleo voltaram a registar uma forte subida com o retomar de alguns ataques entre os EUA e o Irão. Ao início da tarde desta segunda-feira, o Brent negoceia com uma valorização de 1,17% para os 97,41 dólares por barril.