09/06/2026 | Press release | Distributed by Public on 09/06/2026 11:21
Líder do PS não revela decisão sobre moção de censura e ataca Governo sobre combustíveis
06/09/2026 17:07
O secretário-geral do Partido Socialista (PS), José Luís Carneiro, recusou-se este domingo a assumir qual a decisão que o partido tomará na moção de censura apresentada pelo Chega, mas reafirmou que vai garantir a estabilidade política no país."Há aqueles que querem provocar uma crise política [...] e ao PS se deve a estabilidade política e agora querem de novo ir para uma crise política com uma moção de censura. Aquilo que garantimos aos portugueses é que não é pelo PS que haverá crise política e não será pelo PS que o país será lançado no caos político numa altura tão especial da vida mundial", disse José Luís Carneiro.O líder dos socialistas lembrou: "Já o fizeram em 2025, provocaram uma crise política que levou o país para eleições e provocariam uma nova crise política ao terem chumbado o orçamento, sete meses depois das eleições"."Foi a responsabilidade do PS que evitou que o país fosse para eleições numa altura em que estávamos em eleições presidenciais e a responder à crise das tempestades", lembrou.O secretário-geral do PS falava aos jornalistas à margem de uma visita à Feira de São Mateus, em Viseu, que termina hoje a sua 634.ª edição, em resposta à questão sobre a decisão de voto na moção de censura apresentada pelo Chega.Até terça-feira, disse estar a ouvir os camaradas do partido, do secretariado, da comissão política nacional e os membros da comissão política.Em relação ao líder do Chega, o socialista também disse que "sabe como ocupar o espaço mediático, porque se o líder do PS quisesse estar todos os dias nas televisões, atacaria as instituições, o prestígio da democracia e os fundamentos vitais do sistema democrático"."Porque os portugueses, em regra, prestam mais atenção aquilo que sai, do que ao regular das instituições. Não é essa a forma de estar do PS. Há um partido que veio para destruir as instituições e há um partido que procura salvaguardar as instituições, modernizar, melhorar e responder às necessidades das pessoas".Neste sentido, disse que "a ocupação do espaço por sistema tem evitado o escrutínio do governo em matérias fundamentais como as falhas graves na saúde, na educação e na falta de professores para os alunos em todo o país, e nas falhas graves com o custo de vida"."Quanto mais se falar desses temas, menos se fala sobre os temas que importam à vida das pessoas", vincou José Luís Carneiro. Lembrando que "foi com esses populismos e manobras de distração que esses partidos chegaram ao poder".Na mesma ocasião, Carneiro, acusou o Governo de "faltar à verdade" sobre as receitas dos impostos dos combustíveis, afirmando que o Executivo ganha dinheiro à custa do sacrifício dos portugueses."Quem está a faltar à verdade nesta matéria é o Governo da AD e o senhor primeiro-ministro. [...] O Governo está a ganhar dinheiro com os impostos sobre os combustíveis à custa dos sacrifícios dos portugueses", acusou o socialista.Nas contas de José Luís Carneiro, "os portugueses estão a pagar agora mais nove cêntimos por cada litro de gasóleo e mais seis cêntimos em cada litro de gasolina em comparação com abril de 2024".Segundo contabilizou, "só em 2024 e 2025, o Governo ganhou mais 1.048 milhões de euros com o aumento dos impostos sobre os combustíveis, ou, com a redução da diminuição do valor dos impostos sobre os combustíveis adotado pelo Governo quando assumiu funções".José Luís Carneiro apresentou ainda as contas deste ano, "como resultado da inflação, entre o início do ano e o fim de julho, o Estado já arrecadou mais de receita 1.070 ME e, portanto, a inflação está a aumentar as receitas do Estado". O secretário-geral do Partido Socialista (PS), José Luís Carneiro, recusou-se este domingo a assumir qual a decisão que o partido tomará na moção de censura apresentada pelo Chega, mas reafirmou que vai garantir a estabilidade política no país."Há aqueles que querem provocar uma crise política [...] e ao PS se deve a estabilidade política e agora querem de novo ir para uma crise política com uma moção de censura. Aquilo que garantimos aos portugueses é que não é pelo PS que haverá crise política e não será pelo PS que o país será lançado no caos político numa altura tão especial da vida mundial", disse José Luís Carneiro.O líder dos socialistas lembrou: "Já o fizeram em 2025, provocaram uma crise política que levou o país para eleições e provocariam uma nova crise política ao terem chumbado o orçamento, sete meses depois das eleições"."Foi a responsabilidade do PS que evitou que o país fosse para eleições numa altura em que estávamos em eleições presidenciais e a responder à crise das tempestades", lembrou.O secretário-geral do PS falava aos jornalistas à margem de uma visita à Feira de São Mateus, em Viseu, que termina hoje a sua 634.ª edição, em resposta à questão sobre a decisão de voto na moção de censura apresentada pelo Chega.Até terça-feira, disse estar a ouvir os camaradas do partido, do secretariado, da comissão política nacional e os membros da comissão política.Em relação ao líder do Chega, o socialista também disse que "sabe como ocupar o espaço mediático, porque se o líder do PS quisesse estar todos os dias nas televisões, atacaria as instituições, o prestígio da democracia e os fundamentos vitais do sistema democrático"."Porque os portugueses, em regra, prestam mais atenção aquilo que sai, do que ao regular das instituições. Não é essa a forma de estar do PS. Há um partido que veio para destruir as instituições e há um partido que procura salvaguardar as instituições, modernizar, melhorar e responder às necessidades das pessoas".Neste sentido, disse que "a ocupação do espaço por sistema tem evitado o escrutínio do governo em matérias fundamentais como as falhas graves na saúde, na educação e na falta de professores para os alunos em todo o país, e nas falhas graves com o custo de vida"."Quanto mais se falar desses temas, menos se fala sobre os temas que importam à vida das pessoas", vincou José Luís Carneiro. Lembrando que "foi com esses populismos e manobras de distração que esses partidos chegaram ao poder".Na mesma ocasião, Carneiro, acusou o Governo de "faltar à verdade" sobre as receitas dos impostos dos combustíveis, afirmando que o Executivo ganha dinheiro à custa do sacrifício dos portugueses."Quem está a faltar à verdade nesta matéria é o Governo da AD e o senhor primeiro-ministro. [...] O Governo está a ganhar dinheiro com os impostos sobre os combustíveis à custa dos sacrifícios dos portugueses", acusou o socialista.Nas contas de José Luís Carneiro, "os portugueses estão a pagar agora mais nove cêntimos por cada litro de gasóleo e mais seis cêntimos em cada litro de gasolina em comparação com abril de 2024".Segundo contabilizou, "só em 2024 e 2025, o Governo ganhou mais 1.048 milhões de euros com o aumento dos impostos sobre os combustíveis, ou, com a redução da diminuição do valor dos impostos sobre os combustíveis adotado pelo Governo quando assumiu funções".José Luís Carneiro apresentou ainda as contas deste ano, "como resultado da inflação, entre o início do ano e o fim de julho, o Estado já arrecadou mais de receita 1.070 ME e, portanto, a inflação está a aumentar as receitas do Estado".